Brasil e a Cibersegurança, como andam?

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No Brasil, a cibersegurança tem sido um tema muito relevante para a transformação dos negócios dentro das empresas. Garantir a segurança digital é ponto crucial nesse momento de verdadeira transição, levando ainda em consideração os diversos ciberataques que estão ocorrendo dentro de órgãos governamentais.

Notamos também que grandes empresas de cibersegurança têm buscado a aquisição de outras empresas do mesmo setor, sendo fator estratégico para fortalecerem a sua atuação em segurança cibernética, aprofundando a participação nesse nicho de negócio que tem se mostrado rentável e muito promissor.

 

Crimes cibernéticos custarão ao mundo US $ 6 trilhões por ano até 2021

Segundo a Cybersecurity Ventures, o cibercrime continuará crescendo e custará às empresas globalmente, mais de US $ 6 trilhões anualmente, até 2021. Os ataques cibernéticos terão uma ordem de magnitude maior do que é hoje, assim como as defesas cibernéticas que enfrentam hackers e cibercriminosos.

 

LGPD

As empresas estão aumentando seus recursos tecnológicos para a segurança digital por causa das novas regras da LGPD (Nova Lei Geral de Proteção de Dados), que regimenta multas altíssimas para quem não estiver em compliance com elas. A Lei afetará todas as empresas que manipulam dados de indivíduos, sendo dados sensíveis ou não, impactando diversas áreas da empresa,as  relação com os clientes, a relação com fornecedores, etc.

 

Os CEOs do Brasil estão mais conscientes dos riscos digitais

A porcentagem dos que acham a segurança cibernética “prioridade absoluta” é maior do que nos EUA, Europa e Ásia.

Tanto as economias mais maduras até os países em rápido crescimento enfrentam o mesmo problema de cibersegurança, que coloca em risco suas empresas e suas economias.

 

Os problemas são os mesmos, pois a economia é global

Pesquisa divulgada pela FIAP, realizada pela Vanson Bourne Business Panel (que realiza pesquisas sobre os processos de tecnologia dentro das empresas, com tópicos populares atuais, incluindo transformação digital e segurança cibernética), indica que as empresas brasileiras estão alinhadas à mentalidade mais moderna em relação à preocupação com a cibersegurança.

Podemos concluir que no Brasil, as organizações estão se preparando para novas conquistas, seja no mercado interno ou em âmbito global. Muitas dessas empresas – multinacionais ou brasileiras – já operam de forma digital interconectada com seus mercados e fornecedores. A pesquisa revela ainda que elas se mostram conscientes da necessidade de evitar e responder a possíveis impactos nos valores das suas ações ou na reputação resultante de um ataque cibernético ou no vazamento de informação.

 

Tendências para o próximo ano

Transparência por parte das empresas – Por causa das multas que a LGPD aplicará para as empresas que não garantirem privacidade de dados de clientes, a visibilidade e a geração de negócios nos ambientes de TI aumentará, seja por meio de ferramentas ou por meio da própria gestão de vulnerabilidades.

Gestão de cibersegurança menos complicada – Facilitar a gestão e diminuir sua complexidade através de soluções mais integradas, com baixo impacto, tornarão as decisões mais ágeis e eficazes.

Machine Learning – Aprendizado de máquina envolve sistemas auxiliados por algoritmos especiais programados para aprenderem e se aperfeiçoarem continuamente de forma automática, tendo por base suas experiências. Faz parte do imenso universo da Inteligência artificial (IA), e esse pacote já está se integrando com a Internet das Coisas (IoT). É a transformação digital, visando a melhoria no desempenho e no aumento da produtividade, possibilitando mudar o destino de uma empresa, abrindo novas portas, novos horizontes através da tecnologia.